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Felipe Araújo transforma amor em música e divide cena com Lara Prado em “Até Depois do Fim”

Nem todo lançamento é só sobre música. Alguns são sobre sentir — e o novo capítulo de Felipe Araújo chega exatamente assim: íntimo, verdadeiro e com o coração escancarado.


Felipe Araújo cantando em palco com microfone na mão, usando jaqueta de couro, em cenário intimista com iluminação quente e elementos industriais ao fundo.
Imagem: Divulgação

Na última quinta-feira (26), às 21h, o cantor apresentou ao público o projeto “Eu, Felipe Araújo – Vol. 2”, um trabalho que vai além de um álbum… é quase uma conversa sincera com quem já amou, já perdeu e, principalmente, já decidiu ficar.


Amor dentro e fora da música


Se tem uma coisa que esse projeto entrega sem medo, é verdade. E ela aparece logo de cara na escolha da faixa foco: “Até Depois do Fim”.


Mas o que realmente transforma essa música em algo ainda mais especial é a presença de Lara Prado — noiva do cantor — dividindo cena com ele no clipe.


E aqui não tem atuação forçada, não tem roteiro engessado. Tem troca de olhar, tem intimidade, tem aquele tipo de conexão que não precisa de legenda.


É o tipo de química que não se ensaia… se vive.



Um álbum sobre amar, perder e recomeçar


Com sete faixas inéditas, o projeto mergulha em histórias que parecem simples — mas que carregam aquele peso bonito de quem já sentiu demais:


  • Até Depois do Fim

  • Dorama

  • Quebra Cabeça

  • Cisquinho

  • Te Decorei

  • Vai ver o que é Saudade

  • Continua


Aqui, o Felipe não tenta reinventar o amor. Ele só traduz — com letras diretas, sem rodeios, quase como se estivesse conversando com você no meio da madrugada.


E talvez seja exatamente isso que faz tudo funcionar.


Porque no meio de tantas produções grandiosas, ele escolhe o caminho mais difícil: ser real.


Mais do que um lançamento… um posicionamento


“Eu, Felipe Araújo – Vol. 2” não chega só como continuação. Ele chega como evolução.


Mais maduro, mais pessoal e, principalmente, mais corajoso.


Porque falar de amor hoje em dia exige isso: coragem.


Coragem de ser intenso em um mundo raso.

Coragem de permanecer quando tudo ensina a ir embora.

Coragem de dizer — como na própria música — que é até depois do fim.


E Felipe faz isso sem medo.


Sem máscara.

Sem personagem.


Só ele… e tudo o que sente.

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