Cleiton & Camargo e Léo Magalhães são os convidados do Viver Sertanejo deste domingo (22)
- Noemi Figueiredo
- há 1 dia
- 2 min de leitura
O clima de nostalgia e emoção vai tomar conta das manhãs de domingo. No episódio deste dia 22 de fevereiro, o programa Viver Sertanejo, apresentado por Daniel na TV Globo, recebe dois grandes nomes do sertanejo romântico: a dupla Cleiton & Camargo e o cantor Léo Magalhães.

O encontro promete ser uma verdadeira viagem pela história do gênero, reunindo diferentes gerações que ajudaram a construir a identidade do sertanejo ao longo das décadas.
Um encontro de vozes que marcaram gerações
Gravado no cenário intimista da fazenda de Daniel, o programa traz o clima característico que conquistou o público: rodas de conversa, música ao vivo e histórias de bastidores que revelam o lado mais humano dos artistas.
Neste episódio, Cleiton & Camargo relembram momentos marcantes da carreira e interpretam sucessos que atravessaram gerações, enquanto Léo Magalhães traz toda a emoção do sertanejo romântico que marcou os anos 2000.
Clássicos que prometem emocionar
Entre os momentos mais aguardados estão as apresentações acústicas de músicas que se tornaram trilha sonora da vida de muitos fãs, como:
• “Quando um Grande Amor se Faz”• “Na Hora de Amar”• “Primeiro Amor”• “Locutor”
As canções ganham novos arranjos e são apresentadas em um formato mais intimista, reforçando a essência do programa.
Sertanejo em sua forma mais pura
O Viver Sertanejo tem se consolidado como um espaço de celebração do gênero, reunindo artistas de diferentes épocas em encontros que valorizam não apenas a música, mas também as histórias por trás dela.
Mais do que um show, o programa se tornou um lugar de memória afetiva para fãs que cresceram ouvindo o sertanejo romântico.
Quando assistir
Domingo — 22 de fevereiro de 2026
Após o Globo Rural
TV Globo
Um domingo de emoção e nostalgia
O episódio promete entregar exatamente aquilo que o público espera: música, histórias e aquele sentimento de pertencimento que só o sertanejo consegue despertar.
Porque, no fim das contas, não importa a geração — quando a viola começa a tocar, todo coração sertanejo entende a mesma língua.
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