Clayton & Romário arrastam multidão no entorno do Mineirão com o bloco “Beagá na Folia”
- Rafaela Vitoria
- há 1 dia
- 2 min de leitura

O entorno do Mineirão virou palco de uma das maiores festas deste Carnaval em Belo Horizonte. No último sábado (14), a dupla Clayton & Romário comandou, pelo terceiro ano consecutivo, o bloco “Beagá na Folia” e arrastou uma verdadeira multidão para a região da Pampulha.
Em cima do trio elétrico, os artistas entregaram mais do que um show: proporcionaram uma experiência coletiva. Com energia lá em cima e interação constante com os foliões, a dupla transformou a avenida em um grande palco a céu aberto, onde o sertanejo encontrou o pagode, o axé e os clássicos da folia.
O repertório foi pensado especialmente para o Carnaval. Além dos sucessos da própria carreira, a dupla apostou em releituras que fizeram o público cantar em coro. Entre os destaques estiveram “P do Pecado”, hit do grupo Menos é Mais em parceria com Simone Mendes, “Mal Acostumado”, da banda Ara Ketu, e “Ai Se Eu Te Pego”, sucesso que marcou gerações na voz de Michel Teló.
As autorais também tiveram espaço especial. Músicas como “Aproveita”, “Aí Eu Chorei” e “Se Eu Te Perdoar”, feat com Zé Felipe, foram cantadas em uníssono por milhares de vozes, reforçando a conexão da dupla com o público mineiro.
Para Clayton, ver o crescimento do bloco é motivo de emoção. Segundo o cantor, criar o “Beagá na Folia” foi um sonho que se concretizou — e a cada ano a resposta do público confirma que o projeto já faz parte do calendário afetivo da cidade.
Romário também celebrou a mistura de ritmos e a energia da multidão, destacando que subir no trio é sempre com a missão de fazer a maior festa possível. E, ao que tudo indica, conseguiram mais uma vez.
Com trio elétrico, repertório diverso e uma multidão acompanhando cada acorde, o “Beagá na Folia” se consolida como uma das grandes tradições do Carnaval de Belo Horizonte e reafirma Clayton & Romário como protagonistas da festa na capital mineira. Porque quando o sertanejo encontra a rua, encontra também o povo. E ali, no meio da Pampulha, ficou claro: o bloco já é história. 🩷



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